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Às vezes a imaginação falha, o sorriso esconde-se, as ideias ficam com ressaca e a vontade esgota-se. Depois, é preciso deixar que o pensamento esboce a dureza das palavras expostas. É ser sem parecer, e escrever mesmo sem crer.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

284.



- Estás zangada com alguém?
- Não. Eu, quando alguém me faz algo que não gosto, simplesmente esqueço que a pessoa existe.



quinta-feira, 26 de julho de 2012

283.


O Mundo é um Momento!


quarta-feira, 25 de julho de 2012

282.


Não te preocupes com o que eu sou, mas com o que eu faço!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

281.

Eras um pedacinho do meu coração, metade da minha alma e o meu ponto de abrigo. Ainda me fazes palpitar o coração e sentir a tua falta mesmo quando estavas por perto. Tenho saudades tuas.



P.S: I love you

sexta-feira, 13 de julho de 2012

280. Anjo

Vejo tristeza, não sinto o vento ardente a bater-me da cara nem o sol a queimar-me as pestanas.
Não sinto o teu olhar a perseguir-me a cada passo que dou, nem sinto o teu cheiro na minha pele. 
Sinto muitas saudades tuas, até demais.
"Devias sentar-te na pedra dura da calçada, sentir o aumento da temperatura a entrar-te pela pele dentro. Devias sentir e exprimir as coisas tal como eu, devias sentir a melodia a penetrar-te o cérebro, a vibração das tuas próprias cordas vocais, devias tentar estar presente e ver como é linda a cor do céu. Tu sabe-lo, eu sei que sabes." - Conversas e confissões, desabafos e sorrisos que só tu sabes e que levaste contigo.
Devias estar são! 
Devias falar para além de ouvir, falar e dar-me conselhos, devias estar sempre comigo - para sempre. 
Nunca te bastou veres como estava mal, tinhas o objectivo de me animar e por-me a brincar e a fazer tudo contigo, eras único - confesso. 
Cuidei sempre de ti, sempre mais do que de mim.
Ajudei-te a levantar, dei-te comida e vi-te a chorar, a sofrer com as dores e a desejar partir o mais rápido possível.
Não esperas-te por mim.
Não esperaste que eu chegasse e que te visse partir.
Não esperaste que te ajudasse só mais uma vez e que fizesse com que fosses um bocadinho mais feliz por eu estar contigo.
Prometes-te que esperavas por mim e que não me deixavas sozinha. Eu sei que prometes-te vezes e vezes sem conta!
Cuidei sempre de ti, mais do que de mim. 
Repito vezes seguidas que, um anjo nunca morre e na verdade, tu continuas bem vivo dentro da minha memória.
Tropeço de ternura por ti, de amor, de cumplicidade, de amizade e de tudo o resto!

... Levei-te uma rosa branca, como um anjo que cuidará de ti na minha ausência, vi-te caíres lá para baixo e o Daddy viu como tu me preenchias o coração mais do que qualquer outra coisa. O Daddy também chorou, quando viu que eu virara a cara para o lado quando bateste lá em baixo, só pedia para que saísse dali e para parar de chorar. Não aguentei, senti um aperto no coração como se fosse rebentar, já ali eu sabia que era a última vez que te via e a última vez que podia realmente estar na tua presença.
O Daddy deixou cair a pá, enquanto eu no chão chorava por ter-te perdido para sempre, por saber que foste sem te despedir.
Doeu muito, dói muito e nunca deixará de doer. 


"Pinhão, um anjo nunca morre, um anjo viverá sempre no meu coração e o meu anjo sempre foste e sempre serás tu. Não imaginas a falta que já me fazes e o quanto sinto a tua falta. Deixaste-me o coração partido e um aperto no peito maior que o Mundo inteiro. Não sabes ler, muito menos entender as palavras que te escrevo, mas tu, anjinho da minha vida, homem da minha vida, melhor amigo, saberás sempre confortar-me a alma sempre que precise. Telma ♥"


R.I.P Pinhão 
12.07.2012

Telma Palma

terça-feira, 26 de junho de 2012

279. Horas

Momentaneamente, segurei-lhe a mão durante vários segundos e de repente, senti um aperto nos dedos e em toda a palma.
Senti que precisavas de falar, de ter alguém ao teu lado durante largas horas para poderes sentir a presença de alguém que realmente se importa contigo, e eu - eu deite isso e continuo a dar-te todos os dias.
Não tinha mais do que  uma semana de vos conhecer, uma semana de vos ouvir e de entender. É difícil não gostar de vocês e não sentir saudades do que ainda não acabou.
Vocês fazem-me rir, sonhar, acreditar e mais do que tudo ajudar.
Vocês e só vocês, têm-me ensinado todos os dias o quanto é importante dar-mos valor à vida, o quanto boa ela o é, e como vale sempre apena lutar por ela.
PARAR É MORRER! Parar é desistir, é deixar de acreditar e aí sim - morremos para vida. 


"A vida é como andar de bicicleta, para ter equilíbrio é preciso manter em movimento" - Albert Einstein 


Telma Palma

segunda-feira, 25 de junho de 2012

278. Depressa

Quando saíste, esqueceste-te de fechar e de trancar a porta. Mas ao contrário de ti eu fi-lo bem depressa.
Esqueceste-te do principio base, do que te ensinei quando pela primeira vez estiveste comigo e fizeste questão e eleger a força como ponto base para assegurar uma relação, que ao fim ao cabo nunca existiu.
Comigo isso não resulta, nunca resultou e não iria ser contigo - um triste - que iria resultar.
Ensinei-te a proteger, a gostar e a sentir o momento como se fosse o último mas, em vez de me ouvires e de me tentares entender forçaste-me a fazer tudo aquilo que contigo NUNCA quis!
Aprende e memoriza que acima de tudo precisas primeiro de gostar de ti e só depois dos outros, que o mais importante numa relação não és apenas tu mas os dois elementos principais.
Sabes porque é que as pessoas se casam? - Para fazerem o outro feliz!
Aprende a ouvir um não, a aceitar uma opinião, a repartir, a partilhar e acima de tudo aprende a ceder.
Memoriza que nunca começou e que não posso mais aceitar essas tuas mudanças repentinas de humor. Estou cansada de te ouvir, de receber mensagens tuas, das tuas típicas agressões físicas e psicológicas e de tentar excluir-te da minha vida e tu não entenderes isso, estou cansada de ti.
Entende que na vida há que fazer escolhas e que tu nunca fizeste parte de nenhuma das que fiz.
Por favor, não voltes nem venhas com histórias da Cinderela. Não sou a Princesa nem a Rainha com que sonhaste, sempre fui apenas e só aquela que maltrataste, humilhaste, lixaste e que nunca ajudas-te.

Telma Palma

domingo, 24 de junho de 2012

277.

Ainda eu não tinhas aberto a pestana e tu já me sussurravas ao ouvido "Telma, estás a ouvir meu amor? Não quero essas coisas no teu cérebro querida." - partiste-me de uma forma o coração que, desta vez tomei a decisão mais correcta.
Obrigada e Desculpa.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

276. Sim, sim, sim, sim


Sim, sim, sim, sim.
Sim, sinto o coração apertado quando não falo contigo, quando fico horas sem ter uma mensagem tua ou até quando "desapareces" sem terminarmos uma conversa.
Sim, estou cheia de saudades tuas mesmo passando “horas” contigo.
Sim, perco-me quando estou e me tocas e quando não tocas – fico perdida.
Sim, lembro-me do dia e da noite, do exacto momento, do local, da hora, da palavra e da fotografia.
Sim, lembro-me de procurar-te, achar-te e conhecer-te.
Sim, lembro-me do sorriso, do teu ar embaraçado e da minha euforia.
Sim, lembro-me do abraço, desses e daqueles, da minha vida louca e da tua própria loucura.
Sim, lembro-me de acordar e dizer o teu nome, de sonhar contigo e de escrever o que queria dizer-te sempre que estou contigo e que - não consigo.
Sim lembro-me de não receber uma mensagem tua, de o sentimento não ser recíproco e do meu ar destroçado, lembro-me de “caíres” e eu “empurrar-te”, de não aguentar a franqueza e de explodir por uma palavra.
Sim, eu – eu lembro-me – de poder, querer e fazer, de gostar, procurar e encontrar.
Sim. - Eu sei que te digo isto todos os dias e que te pergunto várias vezes o mesmo, mas … Hoje já te disse que gosto muito de ti? 


Telma Palma

domingo, 17 de junho de 2012

275. Recado I

Aconselho vivamente a que façam as coisas por si mesmas, que tenham a sua própria originalidade e criatividade, que construam o seu pouso em função daquilo que são diariamente e que acima de tudo não "copiem" o que os outros fazem.
É, de muita má educação, "copiar" aquilo que não é nosso.
Valorizem a sua própria vida, há pessoas a lutar por uma!
Deixo apenas o recado para aqueles(as) que cá vêm e que depois fazem tudo aquilo que menos deviam. 




Telma Palma