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Às vezes a imaginação falha, o sorriso esconde-se, as ideias ficam com ressaca e a vontade esgota-se. Depois, é preciso deixar que o pensamento esboce a dureza das palavras expostas. É ser sem parecer, e escrever mesmo sem crer.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

176.

Se realmente compreendesses, colocarias a tua mão em cima da minha, ouvias-me e aceitavas as minhas opções. Nunca terias esquecido que os problemas são para ser vividos, resolvidos e muito menos te rias na minha cara sobre isso.
É, de muito baixo nível ao fim de todo este tempo, rires daquilo que nunca conheceste e que agora, por tua conveniência colocas isso em teu beneficio.
Não guardo mágoa, mas tenho o gene de remoer nos assuntos difíceis e guardar para mim própria o que há muito tempo te devia ter dito.
Tu, sabes que não fui eu que errei e que pedir desculpa não é o meu forte quando não sou eu a errar.
Levaste muitas pancadinhas nas costas, que deveriam ter sido usadas em circunstâncias mais promissoras. No teu caso, eu deveria ter usado em casos menores, talvez hoje desses importância aos pequenos actos e afectos que tinha contigo. A gravidade da situação foste tu que crias-te, eu não tenho culpa que cris ilusões e que penses que sou uma esponja, que esteja para ti sempre que chames, porque na verdade não estou.
Chega sempre uma altura em que tu rebentas.
Eu tentei mudar, não consegui. Temos pena =)


8 comentários:

  1. Gosto dessas pancadinhas nas costas gosto !!!!

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  2. espera q eu já te dou dessas pancadinhas pedroquinhas xD

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  3. espera que já te vou ao cu meu grande cabrão .|.

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  4. Não quero essas conversas aqui seus PORCOS!

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  5. vá, a menina já se impôs!

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Memórias do Meu Pensamento